Que seja puro como teu sorriso, que seja puro como a inocência do teu olhar, que com gestos simples eu possa tocar teu coração, com todo amor que esta alma emana. Que seja puro, que seja simples. - Yo
Quem sabe as palavras não possam explicar tudo. Embora o tudo não possa ser explicado, eu vejo nas palavras o poder, e brincar com elas nos faz bem. Use e abuse das palavras, esse é meu desejo, com as melhores intenções. Pensando nesse jogo de palavras é que essa página foi criada, usufruindo-as e procurando, por meio delas, explicar os mais singelos sentimentos, vindos em comboio, que as vezes as palavras não explicam e a gente apenas sente.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Los numerales!
La
“LENGUA ESPAÑOLA”, es la segunda lengua más hablada, terceira en el mundo,
nuestro país hace frontera com siete países hispanohablantes por eso es muy
importante conocerla.
Hola niños, llego la hora, vamos aprender los
numeros en español.
0 – cero (zero)
1 – uno (um)
2 – dos (dois)
3 – tres (três)
4 – cuatro (quatro)
5 – cinco (cinco)
6 – seis ( seis)
7 – siete (sete)
8 – ocho (oito)
9 – nueve (nove)
10 – diez (dez)
Atenção
Repare como são escritos os números em Espanhol do 20 ao 29, note que esses números nunca se separam .
Repare como são escritos os números em Espanhol do 20 ao 29, note que esses números nunca se separam .
20-veinte
21-veintiuno
22-veintidós
23-veintitrés
24-veinticuatro
25-veinticinco
26-veintiséis
27-veintisiete
28-veintiocho
29-veintinueve
21-veintiuno
22-veintidós
23-veintitrés
24-veinticuatro
25-veinticinco
26-veintiséis
27-veintisiete
28-veintiocho
29-veintinueve
30 – treinta (trinta)
40 – cuarenta (quarenta)
50 – cincuenta (cinquenta)
60 – sesenta (sessenta)
70 – setenta (sententa)
80 – ochenta (oitenta)
90 – noventa (noventa)
100 – cien (cem)
Ejercicio:
1) Escriba
por extenso lo resultado de las operaciones:
2+6 = (ocho)
8+5 = (trece)
9+6 = (quince)
2)Escriba
confome sus dados personales:
El día de tu cimpleaños: (Veinteuno)
Yo tengo .................. años. (diecinueve)
Un año tiene ........... meses. (doce)
3)Traduce
al português:
Uno:
Nueve:
Veintiuno:
CURIOSIDADES
EN LA LENGUA ESPAÑOLA.
En español no hay palabras con dos “SS”, “NH”, “Ç”, con acento circunflejo
“^” y palabras terminadas con “M”.
Carrera del conocimiento.
CORRIDA DO CONHECIMENTO
Para la ejecución de esta
actividad se necesitan los siguientes materiales:
“E.V.A” cuatro colores
(blanco, amarillo, verde y negro)
Una base rectangular de
cartón o madera.
Marcadores
de color.
2 Datos.
Paso 1:
Distribuya en la base
rectangular de cartón o de madera los cuadros recortados del color que deseo,
como una pista de Fórmula 1. Combinar los colores como muestra en lo modelo de
la foto, no se olvide de dejar una historieta de cada color para hacer la
leyenda. Adorne los espacios entre los cuadros a su gusto.
1ª Etapa:
Distribua na base retangular
de papelão ou madeira os quadrinhos recortados das cores que desejar, como em
uma pista de Fórmula 1. Intercale as cores conforme o modelo apresentado na
foto, não se esqueça de deixar um quadrinho de cada cor para fazer a legenda.
Enfeite os espaços entre os quadradinhos a seu gosto.
Modelo presentado de leyenda:
VERDE:
Desafío
NEGRO: Hoyo
negro, volver al inicio
AMARILLO:
Vuelve dos casas.
BLANCO: espacio
Modelo apresentado de legenda:
VERDE:
DESAFIO
PRETO: OLHO
NEGRO, VOLTA AO INICIO
AMARELO:
VOLTA DUAS CASAS
BRANCO:ESPAÇO
Paso 2:
En la edición anterior
trabajamos los numerales, en esta vamos
hacer una revisión. Com su invitado para el juego crear 9 (nueve) preguntas.
Ejemplo:
¿Cómo se llama el número 20
en español?
¿Cuál es tu edad?
Las preguntas pueden ser
hechas de acuerdo con el tema que su
maestro esta direccionando en su clase, cualquier tema!
2ª Etapa:
Como na edição anterior
trabalhamos os numerais, nesta vamos revisá-los. Com seu convidado do jogo,
monte 9 desafios (9 perguntas).
Ex.; Como se chama o número
20 em espanhol?
Qual sua idade?
As perguntas podem ser feitas
de acordo com o conteúdo que você vem aprendendo na sala de aula, qualquer
assunto!
¿Cómo se juega?
Juege los dados en el juego, el número
que se obtiene de los dados es el número de casas que usted tiene que caminar,
para marcar la casa donde está, coloque um objeto de su preferencia. Mire el color
de la casa donde se quedo y sigue las instrucciones en la leyenda. Buen juego!
Como jogar? Jogue
os dados sobre o jogo, o número que ficar para cima dos dados é o número de
casas que você tem que andar, para marcar a casa onde está, coloque qualquer
objeto. Veja a cor da casa onde parou e siga as instruções na legenda. Bom
jogo!
Curiosidad:
Usamos el punto de interrogación antes y
después de las preguntas.
Ejemplo: ¿Cuál es tu edad?
quinta-feira, 26 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
CUIDADOS NA INTERNET
Neste mundo de
revolução tecnológica, as coisas se tornaram mais fáceis, hoje em dia não
precisamos nem sair de nossas casas para fazer transições bancárias, ir a
lojas, enfim, a internet tornou nossas vidas mais cômodas e práticas. Mas como
esse mundo tecnológico cresceu descontroladamente e a cada dia ele vem sendo
ampliado, novas máquinas, computadores, celulares, as pessoas deixam de ter
contato real umas com as outras e passam apenas a falar por redes sociais.
Há uma preocupação grande dos pais por não saberem o que
os filhos acessam na internet, digo que, perigo encontraremos em qualquer
lugar, devemos saber discernir o certo do errado, saber o que realmente
procuramos na internet, nos policiarmos e não usá-la em excesso para que a
mesma não venha atrapalhar-nos no convívio social, usá-la a nosso favor para
facilitar nosso dia a dia, estar ciente dos perigos que corremos ao passar
informações pessoais, é dever dos pais alertarem seus filhos, mostrar-lhes o
caminho certo, manter o diálogo sempre para que pais e filhos não fiquem
distantes e essa forma amigável faz com que muitos males sejam cortados pela
raiz.
Que a internet facilitou nossa vida é verdade, mas temos
que tomar cuidado, pois nem sempre às facilidades que ela nos oferece são seguras,
ao passar dados pessoais tomar conhecimento se o site é 100% seguro para não sofrermos transtornos por falhas, vazamento
de dados, pois os hackers estão aí, ficam de plantão, assim se chamam “esses
carinhas”, basta um descuido e eles invadem seu espaço, trazendo-lhe dores de
cabeça e para evitar isso cuidado redobrado.
Texto de João
Carlos Rossi
terça-feira, 8 de maio de 2012
A tecnologia renovando o processo educativo.
“Com os recursos da informática, a educação pode ensejar uma
aprendizagem construtiva e significativa, na qual o aluno pode aprender de
forma mais dinâmica e transformadora.
O professor deve ser constantemente estimulado a modificar sua ação
pedagógica e conceber o uso do computador como um apoio, e não como um novo
método de ensino.”
terça-feira, 1 de maio de 2012
Auto da Lusitânia - Gil Vicente
"Põe aí mui declarado,
não te fique no tinteiro:
Todo o Mundo é lisonjeiro,
e Ninguém desenganado."
segunda-feira, 16 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
SAUDADE DO TREMA
Depois da entrada em vigor do último acordo ortográfico, sempre que vou escrever “cinquenta” sinto saudade daquele sinalzinho que para mim era tão importante, mas que os “velhinhos” convencionaram assassinar. Faz muita falta o saudoso trema. Se, quando ele existia, muitas pessoas já cometiam erros de pronúncia, agora as coisas só pioraram.
Recentemente, ao ouvir alguém do meu convívio falar de “prequestionamento”, pronunciando o “u” da palavra, fui informar que esse “u” não deveria ser pronunciado, ouvi que depois da eliminação do trema a pronúncia continuou a mesma. Tive que informar à pessoa que, mesmo antes de sua supressão, o trema já não existia naquela palavra. Mas, ela realmente já havia ouvido de várias pessoas idosas do meio jurídico a palavra pronunciada com o “u” sonoro. Muitas pessoas não entendiam a função do trema, pronunciando sem ele palavras onde ele existia ou pronunciando com ele onde ele não estava. E, se isso ocorria, agora a situação ficará muito mais grave.
Para quem já conhece a língua, os termos muito comuns onde o trema foi eliminado não oferecem dificuldades;mas para quem a está aprendendo, ele fará muita falta. Entretanto, vocábulos de uso raro irão causar confusão até nos próprios brasileiros, portugueses e outros povos lusófonos. Termos como “aquestos”, “equino”, etc. não são de uso constante, e irá ficar a confusão, uns pronunciando o “u” e outros não.
No interior onde nasci não era comum ouvir-se a palavra “tranqüilo” (usávamos outras palavras sinônimas). Quando aprendi a ler e certo dia deparei com a palavra em um livro, vendo aqueles dois pontinhos em cima do “u”, eu não tinha noção do que aquilo significava e imaginei que esse termo fosse pronunciado da mesma forma que se pronuncia “aquilo”. Posteriormente, ouvi uma pessoa falar a palavra de forma correta, aí é que deduzi a função do trema, o que confirmei posteriormente em noções gramaticais.
Lembro-me também de uma professora do primário dizendo sobre aluno “freqüentar” a escola, e ela falava como se o trema não existisse na palavra.
Pensando em exemplos como estes, onde, mesmo com a existência do trema, pessoas erravam ao falar, imagino que a partir de agora, o problema será muito agravado.
Sabemos que muitas palavras que em tempos mais remotos tinham o “u” sonoro e depois ele perdeu a sonoridade em resultado dos erros de pronúncia que se popularizaram e tomaram lugar das palavras corretas. Antiguidade, por exemplo, tinha o “u” sonoro e perdeu seu som no decorrer do tempo. O mesmo foi o caso de “questão”, “questionamento” e “prequestionamento”. No latim, a palavra “quaestio” tinha o “u” sonoro, e a nossa “questão” já foi “qüestion” e “qüestão". Mas, atualmente, pronunciar esse “u” é um erro ortoépico. E toda essa evolução vocabular é movida pelos erros, que, ao serem cometidos pela maior parte da população, são consagrados como variantes das palavras e, gradativamente, a pronúncia anterior desaparece do cotidiano das pessoas.
A inexistência de sinais gráficos indicadores em letras com mais de um som tende a gerar o que ocorreu na língua inglesa: a palavra “but”, correspondente ao nosso “mas”, é pronunciada “bat”, “bât”, “bur” (exemplo: Jonh Lennon em Mother), “bar” (Conjunto Abba em The Winer Take it All) e assim por diante.
Com a supressão do trema, a pronúncia das sílabas “gue”, “gui”, “que” e “qui” se transformará em uma verdadeira torre de babel, apesar de a globalização atual ser a melhor ferramenta de uniformização da língua. Pois, embora com menos freqüência do que no passado, ainda ouvimos muito os próprios apresentadores de programas de TV e rádio dizerem coisas erradas.
Quem preza pela boa linguagem, com certeza irá sentir saudade do trema.
Recentemente, ao ouvir alguém do meu convívio falar de “prequestionamento”, pronunciando o “u” da palavra, fui informar que esse “u” não deveria ser pronunciado, ouvi que depois da eliminação do trema a pronúncia continuou a mesma. Tive que informar à pessoa que, mesmo antes de sua supressão, o trema já não existia naquela palavra. Mas, ela realmente já havia ouvido de várias pessoas idosas do meio jurídico a palavra pronunciada com o “u” sonoro. Muitas pessoas não entendiam a função do trema, pronunciando sem ele palavras onde ele existia ou pronunciando com ele onde ele não estava. E, se isso ocorria, agora a situação ficará muito mais grave.
Para quem já conhece a língua, os termos muito comuns onde o trema foi eliminado não oferecem dificuldades;mas para quem a está aprendendo, ele fará muita falta. Entretanto, vocábulos de uso raro irão causar confusão até nos próprios brasileiros, portugueses e outros povos lusófonos. Termos como “aquestos”, “equino”, etc. não são de uso constante, e irá ficar a confusão, uns pronunciando o “u” e outros não.
No interior onde nasci não era comum ouvir-se a palavra “tranqüilo” (usávamos outras palavras sinônimas). Quando aprendi a ler e certo dia deparei com a palavra em um livro, vendo aqueles dois pontinhos em cima do “u”, eu não tinha noção do que aquilo significava e imaginei que esse termo fosse pronunciado da mesma forma que se pronuncia “aquilo”. Posteriormente, ouvi uma pessoa falar a palavra de forma correta, aí é que deduzi a função do trema, o que confirmei posteriormente em noções gramaticais.
Lembro-me também de uma professora do primário dizendo sobre aluno “freqüentar” a escola, e ela falava como se o trema não existisse na palavra.
Pensando em exemplos como estes, onde, mesmo com a existência do trema, pessoas erravam ao falar, imagino que a partir de agora, o problema será muito agravado.
Sabemos que muitas palavras que em tempos mais remotos tinham o “u” sonoro e depois ele perdeu a sonoridade em resultado dos erros de pronúncia que se popularizaram e tomaram lugar das palavras corretas. Antiguidade, por exemplo, tinha o “u” sonoro e perdeu seu som no decorrer do tempo. O mesmo foi o caso de “questão”, “questionamento” e “prequestionamento”. No latim, a palavra “quaestio” tinha o “u” sonoro, e a nossa “questão” já foi “qüestion” e “qüestão". Mas, atualmente, pronunciar esse “u” é um erro ortoépico. E toda essa evolução vocabular é movida pelos erros, que, ao serem cometidos pela maior parte da população, são consagrados como variantes das palavras e, gradativamente, a pronúncia anterior desaparece do cotidiano das pessoas.
A inexistência de sinais gráficos indicadores em letras com mais de um som tende a gerar o que ocorreu na língua inglesa: a palavra “but”, correspondente ao nosso “mas”, é pronunciada “bat”, “bât”, “bur” (exemplo: Jonh Lennon em Mother), “bar” (Conjunto Abba em The Winer Take it All) e assim por diante.
Com a supressão do trema, a pronúncia das sílabas “gue”, “gui”, “que” e “qui” se transformará em uma verdadeira torre de babel, apesar de a globalização atual ser a melhor ferramenta de uniformização da língua. Pois, embora com menos freqüência do que no passado, ainda ouvimos muito os próprios apresentadores de programas de TV e rádio dizerem coisas erradas.
Quem preza pela boa linguagem, com certeza irá sentir saudade do trema.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
A importância tecnológica no meio escolar.
Atualmente
vivemos em um mundo globalizado com grandes tecnologias ao nosso favor por
isso, é nosso dever de despertar em nosso aluno o interesse pela busca da
informação através dos meios de comunicação. Cabe a nós professores buscarmos
situações e formas de trabalhar, conteúdos que estimulem nossos alunos a
vontade de aprender mais.
Acredito que usufruindo das
tecnologias será o melhor meio para nós melhorarmos nossas práticas pedagógicas
e despertarmos na criança maior interesse em sala de aula. Como professor
sou desafiado a melhorar meus conhecimentos tecnológicos para proporcionar aos alunos uma educação de qualidade.
Desenvolvendo uma prática
interativa com o aluno, possibilito a ele um melhor entendimento do conteúdo a
ser trabalhado, sempre sendo flexível e ir avançando conforme o desempenho da
turma. Portanto professores, devemos romper paradigmas e buscarmos sempre
novas possibilidades de um bom trabalho, sempre ouvindo novas ideias, dúvidas
dos alunos e mudando de didática sempre que preciso, sem nenhum receio, mas
sempre pensando no melhor para os educandos.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Se os corações fossem pequenas casas.
Se os corações fossem pequenas casas, a cada
pessoa seria destinado um cômodo. A grande maioria jamais passaria da cozinha.
Ficaria por ali, perambulando, à espera de um convite para a tão cobiçada sala
de estar, onde tudo supostamente estaria acontecendo. Enquanto isso, algumas
pessoas seriam encaminhadas à área de serviço, onde tentariam colocar as coisas
em ordem. Iriam lavar, passar, limpar. Tudo para agradar e, quem sabe, ser
recompensadas.
Mas, mesmo que o dono da casa as tratasse
com carinho, no fundo, elas saberiam o seu lugar. Os que forçassem a entrada
seriam mandados diretamente para o banheiro, onde ficariam presos até que o
proprietário decidisse dar ou não a descarga final.Aos poucos sortudos,
caberiam os quartos. No plural, porque o dono da casa saberia que, ao longo da
vida, iria receber mais de um hóspede importante. Alguns seriam jogados no
lixo, é triste admitir. E depois seriam levados para fora de casa, em grandes
sacos pretos. Outros até trocariam de cômodo.
Dentre os festeiros da sala, um deles
poderia passar a noite no quarto. Talvez mais de uma. E, talvez, depois de
várias noites, esse mesmo indivíduo poderia acabar indo embora pela descarga.
Não existem regras definidas para o funcionamento dessa pequena casa. Uma mesma
pessoa pode ocupar diferentes cômodos em diferentes corações. Você pode estar
fadado à área de serviço de um, mas também pode ocupar a suíte master de outro.
Todos nós, se já não estivemos, ainda estaremos em cada um desses lugares e
experimentaremos a frustração de não nos sentirmos devidamente alocados.
Mas, com sorte, também saberemos como é bom
ser escolhido para um cantinho quente e protegido da casa. De todo jeito, a
maneira mais surpreendente de se conquistar um coração é quando você entra pela
área de serviço, de mansinho. Sem fazer muito barulho, você chega até a festa
da sala e, pouco a pouco, acaba se destacando entre os demais convidados.
Quando menos espera, sua escova de dente já está no banheiro. Abrir a porta do
quarto agora é uma mera formalidade. Porque, a essa altura, a casa inteira
também é sua.
Texto
de Aline Regina Hanauer
sábado, 17 de dezembro de 2011
Que tipo de cidadão estamos formando?
Pitágoras dizia: “ Eduquem as crianças de hoje e não será preciso castigar os homens de amanhã.’
No mundo em que vivemos percebemos que as pessoas têm mais preocupações em status financeiro e deixam de lado os valores essenciais do ser humano. A corrida do dia a dia faz com que as pessoas se tornem individualistas, nem se quer se cumprimentam. Com isso trabalham excessivamente preocupando-se mais com o ter do que com o ser.
Enquanto a educação for esquecida, a cidadania não acontece. A formação dos cidadãos depende da valorização do ser humano. Não é de se surpreender que a culpa pela má qualidade de ensino seja atribuída aos políticos, e eles quem são? Membros que vieram da mesma sociedade que viemos. Se a base é falha, consequentemente os membros desta sociedade que se formaram serão falhos também.
Sendo assim, o alicerce da sociedade se faz através da educação de qualidade voltada para a formação de cidadãos. Pois é pela falta de educação que parte dos membros dessa sociedade que se tornam violentos.
Autor: João Carlos Rossi
O desafio de ser educador
Atualmente, os educadores passam por dificuldades no processo educacional, principalmente no que se refere ao seu reconhecimento, a relação aluno/professor as didáticas aplicadas e as limitações impostas pelo sistema, estampadas nos diversos meios de comunicação.
A sociedade pré-estabelece padrões de ensino a serem aplicados, mas é através da realidade vivida pelo aluno que o professor adapta o tema abordado buscando meios para a efetivação do ensino/aprendizagem.
Sabemos que a relação entre professor/aluno, vai além de regras, normas e convenções. O propósito do educador é desenvolver no aluno o melhor que há dentro dele, ou seja, não só o conhecimento científico, despertando nele seu papel perante a sociedade tornando-o um verdadeiro cidadão.
Portanto, ser professor não se resume a um diploma. Ser professor é uma vocação, que contribui para o desenvolvimento de um mundo melhor, digno, onde a educação pode ser transformada.
Autores: Luana da Silva e João Carlos Rossi
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
El valor de una madre.
La historia es de largo, pero vengo aqui para relatar
algunos trechos. Era una hermosa dama que no podia tener hijos. Entonces decidió adoptar um hijo. Un día su hermana se acercó de
ella diciendo que estaba embarazada y desesperada, aunque no tenia condiciones
de crear al niño y estaria sujeta al
aborto.
La bella dama sorprendida con lo que estaba escuchando, dice
a su hermana que no hiciese aquella burrada y que ella crearia el niño, mientras sus ojos se llenaron de lágrimas debido a la posibilidad de ser madre.
El tiempo pasó, el niño
nació e fue entregue em los brazos de la madre adoptiva llenando de alegría la
casa de la más reciente família que había se formado. Los padres crearon con
mucho amor y afecto el niño a quien
ahora podrían llamar de hijo.
Sin embargo la bella dama que vengo a través de este
texto relatar, es mi madre. A ella todos los méritos y mi eterna gratitud.
Gracias madre por hacer parte de mi historia, gracias por ser mi madre, usted
vivi en mi corazón lugar donde nunca va a salir. E yo te amaré para siempre y no hay
dinero para comprar el amor que siento por ti
mama. Hay un valor superior?
Autor:
João Carlos Rossi
Autor: João Carlos Rossi
I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE LÍNGUA, LITERATURA E PROCESSOS CULTURAIS
O acadêmico João Carlos Rossi do 4° período de Letras Português Espanhol e Respectivas Literaturas da Faculdade da Fronteira, orientado pela professora Luizane Schneider, apresentaram pôster intitulado A linguagem proibida: o uso de palavrões em charges no I Seminário Internacional de Língua, Literatura e Processos Culturais promovido pelo Curso de Letras, pelo Programa de Pós-Graduação em Letras, Cultura e Regionalidade, pelo Centro de Ciências Humanas e pela Pró-Reitoria Acadêmica da Universidade de Caxias do Sul - UCS.
Logo em seguida assistiram à conferência “Um olhar interdisciplinar sobre língua, literatura e cultura.” Palestraram neste evento Ligia Cadermartori, Kanavilil Rajagopalan e Aniello Angelo Avella tendo como moderador desta mesa redonda Jayme Paviani.
Na parte da tarde a professora Luizane Schneider apresentou comunicação “Polissemia do prefixo des-: análise em textos do observatório da imprensa.” Para professora é de suma importância deixar os acadêmicos a par das discussões e pesquisas na área de Letras a fim de que criem gosto pela pesquisa cientifica.
Texto de João Carlos Rossi
A LINGUAGEM PROIBIDA: O USO DE PALAVRÕES EM CHARGES
SCHNEIDER, Luizane
ROSSI, João Carlos
RESUMO: Polêmicas à parte, o estudo dos palavrões se faz necessário para o entendimento de seu uso. Além de discernir se utiliza a linguagem padrão ou não-padrão, o falante também incorpora na sua fala palavrões. Isso é fato! Os xingamentos mostram a evolução da linguagem e das sociedades, de modo que não nascem por acaso. Inicialmente, pode-se dizer que quanto mais culto e crítico for um povo, mais palavrões ele utiliza. É o caso da França, que usa muito mais palavrões do que o Brasil. Falar palavrão não é somente falta de educação, pelo contrário, pode revelar o descontentamento da sociedade. Para tanto, este trabalho visa a conceituar o palavrão a partir das teorias lexicais e sociolinguísticas vigentes bem como procura entender a raiz da censura para o uso de palavras de baixo calão. Em que situações ele pode ser utilizado, ou seja, o falante deve ter “autorização” e em quais contextos seu uso pode gerar problemas até judiciais. No cerne do significado, o que revela proferir certos palavrões? Busca-se entender o uso dos palavrões a partir do estudo de charges que evocam seu uso.
PALAVRAS-CHAVE: Léxico, palavrão, charges.
1INFORMAÇÕES PRELIMINARES: RESPEITAR É PRECISO
O conceito de variedade linguística torna-se essencial quando se pensa a língua. Muitos equívocos já foram realizados ao se pensar a língua sob um único viés – o padrão. Uma língua nunca é falada de maneira uniforme pelos seus usuários: ela está sujeita a muitas variações. O modo de falar uma língua varia – de época para época: o português de nossos antepassados é diferente do que falamos hoje; de região para região: o carioca, o baiano, o paulista e o gaúcho falam de maneiras distintas; de grupo social para grupo social: pessoas que moram em bairros chamados nobres falam diferente dos que moram na periferia. Costuma-se distinguir o português das pessoas mais prestigiadas socialmente (impropriamente chamada de fala culta ou norma culta) e o das pessoas de grupos sociais menos prestigiados (a fala popular ou norma popular); de situação para situação: cada uma das variantes pode ser falada com mais cuidado e vigilância (a fala formal) e de modo mais espontâneo e menos controlado (a fala informal). Um professor universitário ou um juiz falam de um modo na faculdade ou no tribunal e de outro numa reunião de amigos, em casa e em outras situações formais. Além dessas, há outras variações, como, por exemplo, o modo de falar de grupos profissionais, a gíria própria de faixas etárias diferentes, a língua escrita e oral.
Diante de tantas variantes linguísticas, é inevitável perguntar qual delas é a correta. Resposta: não existe a mais correta em termos absolutos, mas sim, a mais adequada a cada contexto. Dessa maneira, fala bem aquele que se mostra capaz de escolher a variante adequada a cada situação e consegue o máximo de eficiência dentro da variante escolhida.
Usar o português rígido, próprio da língua escrita formal, numa situação descontraída da comunicação oral é falar de modo inadequado. Soa como pretensioso, pedante, artificial. Por outro lado, é inadequado em situação formal usar gírias, termos chulos, desrespeitosos, fugir afinal das normas típicas dessa situação.
A partir dessas considerações, suscitamos o palavrão: o maior de todos os tabus linguísticos.
UM BREVE PENSAR SOBRE O PALAVRÃO
Publicado em 1903, constituindo gírias em seu conteúdo, voltado para linguagem erótica, o Dicionário Moderno foi publicado pelo professor francês Albert Audubert, (pesquisador da gíria brasileira, durante o tempo que esteve no Brasil).
O estudo da linguagem erótica situa-se no campo dos tabus linguísticos morais e abrange áreas sobre as quais se tem preferido calar. Os vocábulos obscenos, palavrões, blasfêmia, gíria e o discurso malicioso se resumem a palavras de baixo prestígio conhecida pelas classes mais avantajadas, todas se apresentam como formas linguísticas estigmatizadas, condenadas pelos padrões culturais que se tornaram tabus linguísticos.
Publicado em 1903, constituindo gírias em seu conteúdo, voltado para linguagem erótica, o Dicionário Moderno foi publicado pelo professor francês Albert Audubert, (pesquisador da gíria brasileira, durante o tempo que esteve no Brasil).
O estudo da linguagem erótica situa-se no campo dos tabus linguísticos morais e abrange áreas sobre as quais se tem preferido calar. Os vocábulos obscenos, palavrões, blasfêmia, gíria e o discurso malicioso se resumem a palavras de baixo prestígio conhecida pelas classes mais avantajadas, todas se apresentam como formas linguísticas estigmatizadas, condenadas pelos padrões culturais que se tornaram tabus linguísticos.
O tabu linguístico se caracteriza por ser um sistema de superstições relacionadas à religião, elementos sociais, econômicos e morais, podem ser voltados a nomes de animais, partes do corpo entre outros. É necessário também evocar que se faz presente a associação do uso da linguagem proibida a falantes menos cultos e com baixo grau de estudo.
Sobre a blasfêmia, Benveniste diz que constitui um tipo de léxico relacionado àmoral e à religião, fato que a distancia do conceito de obscenidade, apresentado acima. Ao discutir o vocábulo blasfêmico, Benveniste parece imprimir certa hierarquia às palavras, pois estabelece uma distinção entre a blasfêmia e a imprecação. A última é considerada “a expressão blasfêmica por excelência, inteiramente distinta da blasfêmia como asserção difamante relativamente à religião ou à divindade”. Assim, o autor vê dois tipos de blasfêmias: uma ligada à religião e à moral e a outra designada de imprecação.
... assegura que a imprecação, compreendida como a apoteose da blasfêmia, embora apresente seu sentido isolado do contexto, é esvaziada de sua função comunicativa, porque é pronunciada sempre em função da pressão de um sentimento violento, vivido por alguém. BENVENISTE (1989, p. 259)
“Enquanto o leigo tende a acreditar que há palavras bonitas ou feias em uma língua, o linguista prefere afirmar que, intrinsecamente, inexistem recursos lexicais esteticamente agradáveis ou desagradáveis. (GOMES, 2002, p.9)” Estruturamos nossa recolha vocabular segundo os preceitos da onomasiologia – enfoque que parte do conceito e de certas matérias ou assuntos que aponta os significantes correspondentes.
Com Preti (1984, p.59) concordamos que: o léxico representa para o linguista um campo de difícil análise, pelas implicações culturais que possui e porque nele, mais do que nenhum outro, se observa melhor a condição dinâmica da língua, sua contínua renovação para atender as necessidades de comunicação, fato que reflete a mobilidade das estruturas sociais, que também se renovam incessantemente.
Ao aproximarmos as definições do léxico geral ao léxico pessoal, em nosso caso o erótico-obsceno, admitimos com Preti (1984, p.61) que: a perspectiva moral, por exemplo as frágeis linhas que marcam os limites dos bons costumes cujos conceitos continuamente se renovam dentro de uma comunidade, são transpostas para o campo do léxico. Formas vulgares se incorporam à norma culta e vice-versa. A vida das palavras torna-se um reflexo da vida social, e em nome de uma ética vigente proíbe-se ou liberam-se palavras que processam julgamentos de bons ou maus termos, apropriados ou inadequados aos mais variados contextos. (PRETI, 1984, p.61).
A análise da língua erótica abrange áreas sobre as quais não tem preferido falar apesar de serem extremamente populares e correntes do dia a dia de muitas pessoas nos diferentes níveis sociais, como os vocábulos obscenos, as blasfêmias, a gíria e o discurso malicioso. A eles, deu-se o nome de Linguagem Proibida. Nessa linguagem, estão “formas estigmatizadas e de baixo prestígio, condenadas pelos padrões culturais, o que as transformou, em poucas exceções, em tabus linguísticos” (PRETI,1984, p.3). A linguagem erótica é um expressivo índice linguístico de muitos fatos e costumes sociais e sexuais.
Para Preti (1984), o léxico é um campo de difícil análise. Por pensar assim, ele chega a afirmar que “o léxico é o campo da língua que melhor espelha a dinâmica social” (PRETI, 1992, p.93). Isso significa que a palavra reflete os valores culturais da sociedade.
Se for verdade que a quebra das convenções permite a materialidade linguística dos tabus, então é razoável a afirmação de que tal subversão gera uma linguagem proibida, sobretudo “porque os juízos da sociedade [...] se transferem para o léxico” (PRETI, 1983, p. 61).
Para Preti (1983, p. 62), penetrar no terreno da obscenidade na linguagem é inserir-se “no controvertido campo da moral das palavras”. É possível falar em “moral das palavras” porque a elas são dados “valores” pelos enunciadores que passam a reconhecer em suas pronúncias o que ela representa. Houve um tempo em que se acreditou que esses “valores” atribuídos às palavras proibidas eram oriundos de uma classe social menos abastada. Porém, segundo os estudos de Preti (1984), não é possível reduzir a circulação de palavras obscenas somente às práticas linguageiras incultas, posto que é possível verificar o gosto pela obscenidade entre os que pertencem à dita “classe nobre”.
3COLETA DE DADOS
O presente artigo baseia-se na análise de alguns palavrões em contexto. Os textos selecionados são charges atuais e que, porventura, veiculam algum item lexical dessa natureza.
A charge, além do seu caráter humorístico, embora pareça, muitas vezes, ser um texto ingênuo e despretensioso, constitui uma ferramenta de conscientização, pois ao mesmo tempo em que diverte, informa, denuncia e critica. Por ser um tipo de texto eclético, a charge propicia a interdisciplinaridade e pode tornar-se um excelente recurso de conscientização no exercício da cidadania, pois os assuntos que nela tratam são corriqueiros do nosso dia a dia.
Neste aspecto, a “leitura” das charges de maneira competente contribuirá para desenvolver a competência leitora de nossos alunos e estabelecer relações com os problemas no contexto social em que estão inseridos.
Todo texto traz em sua essência uma intencionalidade. Ele deve ser interpretado de maneira que se perceba a intenção do autor e se chegue ao sentido do texto, por meio da interação com o leitor.
O texto chárgico é carregado de sentidos que precisam ser construídos a partir da leitura da realidade que se fundamentam em outras abstrações. Na charge, isso se dá desde a escolha dos personagens ou dos elementos que a constituem até a verbalização de determinados pontos de expressão. Quando nos deparamos com uma charge, surge sempre a pergunta: o que o autor quis dizer com isso? A intencionalidade é alvo do autor e do leitor e não há preocupação com a censura.
Desse modo, Geraldi (1997, p.171) afirma que lendo a palavra do outro, posso descobrir nela outras formas de pensar que, contrapondo às minhas, poderão me levar à construção de novas formas, e assim sucessivamente.
4ANÁLISE DE DADOS
São inúmeras as categorias que podem ser analisadas partindo-se dos palavrões em charges. Inicialmente, trataremos de palavras que pela situação começam a adquirir um caráter extremamente negativo e que passam a ser classificadas como palavrões. Essa carga semântica é suscitada pelas situações reais do cenário político.
Charge 1 – Neologismos lexicais
Nota-se, na charge 1 que o tom ao se dar no momento em que se profere a palavra político não é um dos melhores. O item lexical está carregado de um desabafo, de raiva, de decepção. Assim, chamar alguém de político, em situações específicas, passou a denotar revolta e xingamento. Esse teor semântico deve-se à falta de credibilidade e das muitas más ações desempenhadas por essa categoria na sociedade.
É importante não generalizar. Ainda há situações em que ser chamado de político é algo positivo, pois denota uma característica digna de civilidade.
Charge 2 – Tratamento inadequado da mídia
Outro ponto que devemos considerar foi a grande polêmica do livro didático, polêmica essa que não levou em conta a real situação de uso considerada no livro didático.
Inicialmente, a expressão “pau no cu” denota incompetência, falta de personalidade, passividade perante os fatos. É um significante rico e com uma carga de insatisfação muito grande quando proferido. Revela o senso crítico do falante.
O que a mídia provocou em relação aos usos do português em livros didáticos distribuídos pelo governo foi nada mais que um falso purismo linguístico...
Aliás, vale lembrar que a mídia normalmente revela uma falta de conhecimento da língua. Se eles tratam a língua de maneira tão ruim e sem caráter científico, o que podemos pensar ao tratamento dado a todos os assuntos noticiados pelos meios midiáticos? Certamente, há uma lacuna muito grande e o purismo linguístico atrapalha, e muito, o entendimento real da língua. Devemos lembrar que a mídia está a serviço do poder, da instituição PRIVADA que é a Academia Brasileira de Letras e se esquece do fundamental: a língua é um bem social, é do rico, do pobre, do doutor e do trabalhador. Respeitar as variações e entendê-las em seu contexto é elementar.
Charge 3 – Crítica aos conceitos políticos do povo
Na charge 3, a expressão “mané” demonstra de maneira espontânea a visão crítica em relação aos brasileiros que de alguma forma ainda acreditam na honestidade dos políticos.
http://canetasemfronteira.blogspot.com/2010_07_01_archive.html
Charge 4 - Indignação
Como era de se prever, uma autoridade proferindo um palavrão seria mais uma polêmica para a mídia. Ainda mais se tratando do presidente da República: Lula. O Presidente previu que seria criticado e disse que os comentadores dos grandes jornais destacariam o uso de um palavrão no seu discurso. "Mas eu tenho consciência de que eles falam mais palavrão do que eu todo dia e tenho consciência de como vive o povo pobre deste país", justificou.
O termo “merda” mostra a situação precária em que o povo se encontra. No discurso do presidente Lula, há uma aproximação entre a sua intenção de mudar a situação do povo humilde e o próprio povo que vive essa situação.
5CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nosso estudo sobre palavrões a partir das análises de charges nos mostra de maneira humorística o uso das expressões de baixo calão utilizadas de forma a mostrar a indignação, satisfação, desabafo, raiva e decepção do falante. A utilização de palavrões é comum em nosso dia a dia e pode ser usado de forma positiva, pois através dessas análises pode-se perceber que quanto mais culto for um povo, mais palavrões ele utiliza. Tomamos como exemplo a França, que utiliza mais palavras de baixo calão do que o Brasil. Na verdade, o palavrão mostra o senso crítico de um povo frente a assuntos polêmicos e de injustiça.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos.
É importante ressaltar seu contexto de uso. Não o podemos proferir em qualquer situação, mas sim em ambientes propícios e que condizem com a realidade do uso desse mecanismo linguístico tão presente em nossa cultura.
6REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BENVENISTE, E. A blasfêmia e a eufemia. In: ______. Problemas de linguística geral II. Tradução de Ingedore G. Villaça Koch. São Paulo: Pontes, 1989.
GERALDI, J. W. Portos de Passagem. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
GOMES, L.L. Inglês proibido: dicionário do sexo vulgar. São Paulo: Pioneira/Thomson Learning, 2002.
PRETI, Dino. A linguagem proibida: um estudo sobre a linguagem erótica: baseado no Dicionário moderno de Bock. São Paulo : T. A. Queiroz, 1983.
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