Páginas

Powered By Blogger

segunda-feira, 16 de abril de 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012

SAUDADE DO TREMA



Depois da entrada em vigor do último acordo ortográfico, sempre que vou escrever “cinquenta” sinto saudade daquele sinalzinho que para mim era tão importante, mas que os “velhinhos” convencionaram assassinar. Faz muita falta o saudoso trema. Se, quando ele existia, muitas pessoas já cometiam erros de pronúncia, agora as coisas só pioraram.

Recentemente, ao ouvir alguém do meu convívio falar de “prequestionamento”, pronunciando o “u” da palavra, fui informar que esse “u” não deveria ser pronunciado, ouvi que depois da eliminação do trema a pronúncia continuou a mesma. Tive que informar à pessoa que, mesmo antes de sua supressão, o trema já não existia naquela palavra. Mas, ela realmente já havia ouvido de várias pessoas idosas do meio jurídico a palavra pronunciada com o “u” sonoro. Muitas pessoas não entendiam a função do trema, pronunciando sem ele palavras onde ele existia ou pronunciando com ele onde ele não estava. E, se isso ocorria, agora a situação ficará muito mais grave.

Para quem já conhece a língua, os termos muito comuns onde o trema foi eliminado não oferecem dificuldades;mas para quem a está aprendendo, ele fará muita falta. Entretanto, vocábulos de uso raro irão causar confusão até nos próprios brasileiros, portugueses e outros povos lusófonos. Termos como “aquestos”, “equino”, etc. não são de uso constante, e irá ficar a confusão, uns pronunciando o “u” e outros não.

No interior onde nasci não era comum ouvir-se a palavra “tranqüilo” (usávamos outras palavras sinônimas). Quando aprendi a ler e certo dia deparei com a palavra em um livro, vendo aqueles dois pontinhos em cima do “u”, eu não tinha noção do que aquilo significava e imaginei que esse termo fosse pronunciado da mesma forma que se pronuncia “aquilo”. Posteriormente, ouvi uma pessoa falar a palavra de forma correta, aí é que deduzi a função do trema, o que confirmei posteriormente em noções gramaticais.

Lembro-me também de uma professora do primário dizendo sobre aluno “freqüentar” a escola, e ela falava como se o trema não existisse na palavra.

Pensando em exemplos como estes, onde, mesmo com a existência do trema, pessoas erravam ao falar, imagino que a partir de agora, o problema será muito agravado.

Sabemos que muitas palavras que em tempos mais remotos tinham o “u” sonoro e depois ele perdeu a sonoridade em resultado dos erros de pronúncia que se popularizaram e tomaram lugar das palavras corretas. Antiguidade, por exemplo, tinha o “u” sonoro e perdeu seu som no decorrer do tempo. O mesmo foi o caso de “questão”, “questionamento” e “prequestionamento”. No latim, a palavra “quaestio” tinha o “u” sonoro, e a nossa “questão” já foi “qüestion” e “qüestão". Mas, atualmente, pronunciar esse “u” é um erro ortoépico. E toda essa evolução vocabular é movida pelos erros, que, ao serem cometidos pela maior parte da população, são consagrados como variantes das palavras e, gradativamente, a pronúncia anterior desaparece do cotidiano das pessoas.

A inexistência de sinais gráficos indicadores em letras com mais de um som tende a gerar o que ocorreu na língua inglesa: a palavra “but”, correspondente ao nosso “mas”, é pronunciada “bat”, “bât”, “bur” (exemplo: Jonh Lennon em Mother), “bar” (Conjunto Abba em The Winer Take it All) e assim por diante.

Com a supressão do trema, a pronúncia das sílabas “gue”, “gui”, “que” e “qui” se transformará em uma verdadeira torre de babel, apesar de a globalização atual ser a melhor ferramenta de uniformização da língua. Pois, embora com menos freqüência do que no passado, ainda ouvimos muito os próprios apresentadores de programas de TV e rádio dizerem coisas erradas.

Quem preza pela boa linguagem, com certeza irá sentir saudade do trema. 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A importância tecnológica no meio escolar.


         Atualmente vivemos em um mundo globalizado com grandes tecnologias ao nosso favor por isso, é nosso dever de despertar em nosso aluno o interesse pela busca da informação através dos meios de comunicação. Cabe a nós professores buscarmos situações e formas de trabalhar, conteúdos que estimulem nossos alunos a vontade de aprender mais.
Acredito que usufruindo das tecnologias será o melhor meio para nós melhorarmos nossas práticas pedagógicas e despertarmos na criança maior interesse em sala de aula. Como professor sou desafiado a melhorar meus conhecimentos tecnológicos para proporcionar aos  alunos uma educação de qualidade.
Desenvolvendo uma prática interativa com o aluno, possibilito a ele um melhor entendimento do conteúdo a ser trabalhado, sempre sendo flexível e ir avançando conforme o desempenho da turma. Portanto professores, devemos romper paradigmas e buscarmos sempre novas possibilidades de um bom trabalho, sempre ouvindo novas ideias, dúvidas dos alunos e mudando de didática sempre que preciso, sem nenhum receio, mas sempre pensando no melhor para os educandos.

 Texto de João Carlos Rossi


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Se os corações fossem pequenas casas.



Se os corações fossem pequenas casas, a cada pessoa seria destinado um cômodo. A grande maioria jamais passaria da cozinha. Ficaria por ali, perambulando, à espera de um convite para a tão cobiçada sala de estar, onde tudo supostamente estaria acontecendo. Enquanto isso, algumas pessoas seriam encaminhadas à área de serviço, onde tentariam colocar as coisas em ordem. Iriam lavar, passar, limpar. Tudo para agradar e, quem sabe, ser recompensadas.
Mas, mesmo que o dono da casa as tratasse com carinho, no fundo, elas saberiam o seu lugar. Os que forçassem a entrada seriam mandados diretamente para o banheiro, onde ficariam presos até que o proprietário decidisse dar ou não a descarga final.Aos poucos sortudos, caberiam os quartos. No plural, porque o dono da casa saberia que, ao longo da vida, iria receber mais de um hóspede importante. Alguns seriam jogados no lixo, é triste admitir. E depois seriam levados para fora de casa, em grandes sacos pretos. Outros até trocariam de cômodo.
Dentre os festeiros da sala, um deles poderia passar a noite no quarto. Talvez mais de uma. E, talvez, depois de várias noites, esse mesmo indivíduo poderia acabar indo embora pela descarga. Não existem regras definidas para o funcionamento dessa pequena casa. Uma mesma pessoa pode ocupar diferentes cômodos em diferentes corações. Você pode estar fadado à área de serviço de um, mas também pode ocupar a suíte master de outro. Todos nós, se já não estivemos, ainda estaremos em cada um desses lugares e experimentaremos a frustração de não nos sentirmos devidamente alocados.
Mas, com sorte, também saberemos como é bom ser escolhido para um cantinho quente e protegido da casa. De todo jeito, a maneira mais surpreendente de se conquistar um coração é quando você entra pela área de serviço, de mansinho. Sem fazer muito barulho, você chega até a festa da sala e, pouco a pouco, acaba se destacando entre os demais convidados. Quando menos espera, sua escova de dente já está no banheiro. Abrir a porta do quarto agora é uma mera formalidade. Porque, a essa altura, a casa inteira também é sua.  
                                                                               Texto de  Aline Regina Hanauer



sábado, 17 de dezembro de 2011

Que tipo de cidadão estamos formando?

            Pitágoras dizia: “ Eduquem as crianças de hoje e não será preciso castigar os homens de amanhã.’
            No mundo em que vivemos percebemos que as pessoas têm mais preocupações em status financeiro e deixam de lado os valores essenciais do ser humano. A corrida do dia a dia faz com que as pessoas se tornem individualistas, nem se quer se cumprimentam. Com isso trabalham excessivamente preocupando-se mais com o ter do que com o ser.
            Enquanto a educação for esquecida, a cidadania não acontece. A formação dos cidadãos depende da valorização do ser humano. Não é de se surpreender que a culpa pela má qualidade de ensino seja atribuída aos políticos, e eles quem são? Membros que vieram da mesma sociedade que viemos. Se a base é falha, consequentemente os membros desta sociedade que se formaram serão falhos também.
            Sendo assim, o alicerce da sociedade se faz através da educação de qualidade voltada para a formação de cidadãos. Pois é pela falta de educação que parte dos membros dessa sociedade que se tornam violentos.
Autor: João Carlos Rossi

O desafio de ser educador

Atualmente, os educadores passam por dificuldades no processo educacional, principalmente no que se refere ao seu reconhecimento, a relação aluno/professor as didáticas aplicadas e as limitações impostas pelo sistema, estampadas nos diversos meios de comunicação.
A sociedade pré-estabelece padrões de ensino a serem aplicados, mas é através da realidade vivida pelo aluno que o professor adapta o tema abordado buscando meios para a efetivação do ensino/aprendizagem.      
Sabemos que a relação entre professor/aluno, vai além de regras, normas e convenções. O propósito do educador é desenvolver no aluno o melhor que há dentro dele, ou seja, não só o conhecimento científico, despertando nele seu papel perante a sociedade tornando-o um verdadeiro cidadão.       
Portanto, ser professor não se resume a um diploma. Ser professor é uma vocação, que contribui para o desenvolvimento de um mundo melhor, digno, onde a educação pode ser transformada.

                        Autores: Luana da Silva e João Carlos Rossi

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

El valor de una madre.


La historia es de largo, pero vengo aqui para relatar algunos trechos. Era una hermosa dama que no podia tener hijos. Entonces decidió adoptar um hijo. Un día su hermana se acercó de ella diciendo que estaba embarazada y desesperada, aunque no tenia condiciones de crear al  niño y estaria sujeta al aborto.
La bella dama sorprendida con lo que estaba escuchando, dice a su hermana que no hiciese aquella burrada y que ella crearia el niño, mientras sus ojos se llenaron de lágrimas debido a la posibilidad de ser madre.
El tiempo pasó, el ​​niño nació e fue entregue em los brazos de la madre adoptiva llenando de alegría la casa de la más reciente  família que había se formado. Los padres crearon con mucho amor y afecto el niño a quien  ahora podrían llamar de hijo.
Sin embargo la bella dama que vengo a través de este texto relatar, es mi madre. A ella todos los méritos y mi eterna gratitud. Gracias madre por hacer parte de mi historia, gracias por ser mi madre, usted vivi en mi corazón lugar donde nunca va a salir. E yo te amaré para siempre y no hay dinero para comprar  el amor que siento  por ti mama. Hay un valor superior?
 Autor: João Carlos Rossi
 Autor: João Carlos Rossi