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domingo, 17 de junho de 2012

CUIDADOS NA INTERNET


          Neste mundo de revolução tecnológica, as coisas se tornaram mais fáceis, hoje em dia não precisamos nem sair de nossas casas para fazer transições bancárias, ir a lojas, enfim, a internet tornou nossas vidas mais cômodas e práticas. Mas como esse mundo tecnológico cresceu descontroladamente e a cada dia ele vem sendo ampliado, novas máquinas, computadores, celulares, as pessoas deixam de ter contato real umas com as outras e passam apenas a falar por redes sociais.
            Há uma preocupação grande dos pais por não saberem o que os filhos acessam na internet, digo que, perigo encontraremos em qualquer lugar, devemos saber discernir o certo do errado, saber o que realmente procuramos na internet, nos policiarmos e não usá-la em excesso para que a mesma não venha atrapalhar-nos no convívio social, usá-la a nosso favor para facilitar nosso dia a dia, estar ciente dos perigos que corremos ao passar informações pessoais, é dever dos pais alertarem seus filhos, mostrar-lhes o caminho certo, manter o diálogo sempre para que pais e filhos não fiquem distantes e essa forma amigável faz com que muitos males sejam cortados pela raiz.
            Que a internet facilitou nossa vida é verdade, mas temos que tomar cuidado, pois nem sempre às facilidades que ela nos oferece são seguras, ao passar dados pessoais tomar conhecimento se o site é 100% seguro para  não sofrermos transtornos por falhas, vazamento de dados, pois os hackers estão aí,  ficam de plantão, assim se chamam “esses carinhas”, basta um descuido e eles invadem seu espaço, trazendo-lhe dores de cabeça e para evitar isso cuidado redobrado.
Texto de João Carlos Rossi

terça-feira, 8 de maio de 2012

A tecnologia renovando o processo educativo.



“Com os recursos da informática, a educação pode ensejar uma aprendizagem construtiva e significativa, na qual o aluno pode aprender de forma mais dinâmica e transformadora.
O professor deve ser constantemente estimulado a modificar sua ação pedagógica e conceber o uso do computador como um apoio, e não como um novo método de ensino.”


terça-feira, 1 de maio de 2012

Auto da Lusitânia - Gil Vicente



"Põe aí mui declarado,
  não te fique no tinteiro:
Todo o Mundo é lisonjeiro,

  e Ninguém desenganado."

segunda-feira, 16 de abril de 2012

segunda-feira, 9 de abril de 2012

SAUDADE DO TREMA



Depois da entrada em vigor do último acordo ortográfico, sempre que vou escrever “cinquenta” sinto saudade daquele sinalzinho que para mim era tão importante, mas que os “velhinhos” convencionaram assassinar. Faz muita falta o saudoso trema. Se, quando ele existia, muitas pessoas já cometiam erros de pronúncia, agora as coisas só pioraram.

Recentemente, ao ouvir alguém do meu convívio falar de “prequestionamento”, pronunciando o “u” da palavra, fui informar que esse “u” não deveria ser pronunciado, ouvi que depois da eliminação do trema a pronúncia continuou a mesma. Tive que informar à pessoa que, mesmo antes de sua supressão, o trema já não existia naquela palavra. Mas, ela realmente já havia ouvido de várias pessoas idosas do meio jurídico a palavra pronunciada com o “u” sonoro. Muitas pessoas não entendiam a função do trema, pronunciando sem ele palavras onde ele existia ou pronunciando com ele onde ele não estava. E, se isso ocorria, agora a situação ficará muito mais grave.

Para quem já conhece a língua, os termos muito comuns onde o trema foi eliminado não oferecem dificuldades;mas para quem a está aprendendo, ele fará muita falta. Entretanto, vocábulos de uso raro irão causar confusão até nos próprios brasileiros, portugueses e outros povos lusófonos. Termos como “aquestos”, “equino”, etc. não são de uso constante, e irá ficar a confusão, uns pronunciando o “u” e outros não.

No interior onde nasci não era comum ouvir-se a palavra “tranqüilo” (usávamos outras palavras sinônimas). Quando aprendi a ler e certo dia deparei com a palavra em um livro, vendo aqueles dois pontinhos em cima do “u”, eu não tinha noção do que aquilo significava e imaginei que esse termo fosse pronunciado da mesma forma que se pronuncia “aquilo”. Posteriormente, ouvi uma pessoa falar a palavra de forma correta, aí é que deduzi a função do trema, o que confirmei posteriormente em noções gramaticais.

Lembro-me também de uma professora do primário dizendo sobre aluno “freqüentar” a escola, e ela falava como se o trema não existisse na palavra.

Pensando em exemplos como estes, onde, mesmo com a existência do trema, pessoas erravam ao falar, imagino que a partir de agora, o problema será muito agravado.

Sabemos que muitas palavras que em tempos mais remotos tinham o “u” sonoro e depois ele perdeu a sonoridade em resultado dos erros de pronúncia que se popularizaram e tomaram lugar das palavras corretas. Antiguidade, por exemplo, tinha o “u” sonoro e perdeu seu som no decorrer do tempo. O mesmo foi o caso de “questão”, “questionamento” e “prequestionamento”. No latim, a palavra “quaestio” tinha o “u” sonoro, e a nossa “questão” já foi “qüestion” e “qüestão". Mas, atualmente, pronunciar esse “u” é um erro ortoépico. E toda essa evolução vocabular é movida pelos erros, que, ao serem cometidos pela maior parte da população, são consagrados como variantes das palavras e, gradativamente, a pronúncia anterior desaparece do cotidiano das pessoas.

A inexistência de sinais gráficos indicadores em letras com mais de um som tende a gerar o que ocorreu na língua inglesa: a palavra “but”, correspondente ao nosso “mas”, é pronunciada “bat”, “bât”, “bur” (exemplo: Jonh Lennon em Mother), “bar” (Conjunto Abba em The Winer Take it All) e assim por diante.

Com a supressão do trema, a pronúncia das sílabas “gue”, “gui”, “que” e “qui” se transformará em uma verdadeira torre de babel, apesar de a globalização atual ser a melhor ferramenta de uniformização da língua. Pois, embora com menos freqüência do que no passado, ainda ouvimos muito os próprios apresentadores de programas de TV e rádio dizerem coisas erradas.

Quem preza pela boa linguagem, com certeza irá sentir saudade do trema. 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A importância tecnológica no meio escolar.


         Atualmente vivemos em um mundo globalizado com grandes tecnologias ao nosso favor por isso, é nosso dever de despertar em nosso aluno o interesse pela busca da informação através dos meios de comunicação. Cabe a nós professores buscarmos situações e formas de trabalhar, conteúdos que estimulem nossos alunos a vontade de aprender mais.
Acredito que usufruindo das tecnologias será o melhor meio para nós melhorarmos nossas práticas pedagógicas e despertarmos na criança maior interesse em sala de aula. Como professor sou desafiado a melhorar meus conhecimentos tecnológicos para proporcionar aos  alunos uma educação de qualidade.
Desenvolvendo uma prática interativa com o aluno, possibilito a ele um melhor entendimento do conteúdo a ser trabalhado, sempre sendo flexível e ir avançando conforme o desempenho da turma. Portanto professores, devemos romper paradigmas e buscarmos sempre novas possibilidades de um bom trabalho, sempre ouvindo novas ideias, dúvidas dos alunos e mudando de didática sempre que preciso, sem nenhum receio, mas sempre pensando no melhor para os educandos.

 Texto de João Carlos Rossi


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Se os corações fossem pequenas casas.



Se os corações fossem pequenas casas, a cada pessoa seria destinado um cômodo. A grande maioria jamais passaria da cozinha. Ficaria por ali, perambulando, à espera de um convite para a tão cobiçada sala de estar, onde tudo supostamente estaria acontecendo. Enquanto isso, algumas pessoas seriam encaminhadas à área de serviço, onde tentariam colocar as coisas em ordem. Iriam lavar, passar, limpar. Tudo para agradar e, quem sabe, ser recompensadas.
Mas, mesmo que o dono da casa as tratasse com carinho, no fundo, elas saberiam o seu lugar. Os que forçassem a entrada seriam mandados diretamente para o banheiro, onde ficariam presos até que o proprietário decidisse dar ou não a descarga final.Aos poucos sortudos, caberiam os quartos. No plural, porque o dono da casa saberia que, ao longo da vida, iria receber mais de um hóspede importante. Alguns seriam jogados no lixo, é triste admitir. E depois seriam levados para fora de casa, em grandes sacos pretos. Outros até trocariam de cômodo.
Dentre os festeiros da sala, um deles poderia passar a noite no quarto. Talvez mais de uma. E, talvez, depois de várias noites, esse mesmo indivíduo poderia acabar indo embora pela descarga. Não existem regras definidas para o funcionamento dessa pequena casa. Uma mesma pessoa pode ocupar diferentes cômodos em diferentes corações. Você pode estar fadado à área de serviço de um, mas também pode ocupar a suíte master de outro. Todos nós, se já não estivemos, ainda estaremos em cada um desses lugares e experimentaremos a frustração de não nos sentirmos devidamente alocados.
Mas, com sorte, também saberemos como é bom ser escolhido para um cantinho quente e protegido da casa. De todo jeito, a maneira mais surpreendente de se conquistar um coração é quando você entra pela área de serviço, de mansinho. Sem fazer muito barulho, você chega até a festa da sala e, pouco a pouco, acaba se destacando entre os demais convidados. Quando menos espera, sua escova de dente já está no banheiro. Abrir a porta do quarto agora é uma mera formalidade. Porque, a essa altura, a casa inteira também é sua.  
                                                                               Texto de  Aline Regina Hanauer